Escancarado, eu abri
A porta pra ele entrar
Mas na hora de sair
Não queria me deixar
O velho homem já formando
Que está enraizado
Que me deixa dominado
Escravizado no pecado
Se fosse apenas poesia
Umas rimas bastariam
O problema é que é verdade
Essa minha fragilidade
Fazer o certo não é difícil
O difícil é querer
Realizar o sacrifício
De abrir mão do meu prazer
Espírito, alma ou corpo
Quem tem o primeiro lugar
Atitude igual de porco
Que pra lama quer voltar
Eu peco pra ficar bem
Mas no final eu fico mal
E logo peco de novo
De maneira irracional
Miserável homem que sou
Quem me livrará do corpo desta morte?
Nessa luta em que estou
Qual parte de mim será mais forte?
A porta é estreita
E muitos querem passar
Atitude suspeita
Querer trapacear
Entrar sem pagar o preço
O convite que não merece
Que de graça oferece
E que sempre se esquecem
Quem sou eu Senhor,
Pra que se lembre de mim?
Sou um pecador
E eu sempre fui assim
Graças a Deus, por Jesus Cristo
nosso Senhor!
A manifestação do Seu poder
A revelação do seu amor
De modo que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus,
mas com a carne à lei do pecado.
Com Cristo já estou crucificado
E nele eu sou regenerado
Fui salvo pela graça,
A graça que me basta
O Sangue de Jesus me reconciliou...
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Repentina luz graciosa
Não se iluda, não sei lidar. Essa é a lei dessa lida.
Não sou aliado, sou ali do outro lado.
Se essa lei é de lá, é de lá que será,
Se a lei que te guia, o pecado dominará
Abraço a graça, que sem lei se revelará
A graça é o braço do Rei que dominará
Agraciado pelo ceú, seu Reino não findará!
Agradeço pelo que desceu e entre os homens veio Reinar!
A grandeza que disse: Pedi e dár-se-vos-á...
Não sou aliado, sou ali do outro lado.
Se essa lei é de lá, é de lá que será,
Se a lei que te guia, o pecado dominará
Abraço a graça, que sem lei se revelará
A graça é o braço do Rei que dominará
Agraciado pelo ceú, seu Reino não findará!
Agradeço pelo que desceu e entre os homens veio Reinar!
A grandeza que disse: Pedi e dár-se-vos-á...
Gosto de sentir saudades
Meus olhos se abrem, mas não é o que enxergo que vejo
meus ouvidos estão atentos mas não é o som ambiente que ouço
Há muitos aromas no ar mas sinto apenas um perfume
Faço coisas, me movimento, interajo com objetos
mas é outra coisa que sinto tocar
Então meu coração se aquece
os meu olhos passam a brilhar
respiro mais fundo
e descubro que acordei
e você não está aqui
Meus sentidos voltam à realidade
Ouço os carros barulhentos da cidade
o cheiro da poeira e poluição
o toque plástico do teclado
a luz do monitor
você não está aqui
é difícil engolir...
Mas como é bom me sentir assim
sinto falta, sinto saudades
dá vontade de chorar
minha poesia é mais real ainda
E isso só me prova uma coisa:
Eu te amo! (?)
[R.G. Dude]
meus ouvidos estão atentos mas não é o som ambiente que ouço
Há muitos aromas no ar mas sinto apenas um perfume
Faço coisas, me movimento, interajo com objetos
mas é outra coisa que sinto tocar
Então meu coração se aquece
os meu olhos passam a brilhar
respiro mais fundo
e descubro que acordei
e você não está aqui
Meus sentidos voltam à realidade
Ouço os carros barulhentos da cidade
o cheiro da poeira e poluição
o toque plástico do teclado
a luz do monitor
você não está aqui
é difícil engolir...
Mas como é bom me sentir assim
sinto falta, sinto saudades
dá vontade de chorar
minha poesia é mais real ainda
E isso só me prova uma coisa:
Eu te amo! (?)
[R.G. Dude]
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